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Bom dia, boa tarde ou boa noite!
Sei que ando atrasado com as postagens. Ameaças de morte à parte, vamos a postagem de hoje.

—— Sobre Kamila Zöldyek ——

Kamila Zöldyeck é o (novo) pseudônimo de Camila Cristina de Araújo, ou seja, eu. Nasci num lugar um tanto esquecido pelas livrarias (pelo fato de só ter uma) chamado João Monlevade, que fica no interior de Minas Gerais.
Tenho vinte anos registrados em cartório, cinco anos mentalmente e três mil quinhentos e vinte e cinco, juntando todas as vidas que já vivi em meus mundos alheios.
O cupido flechou meu coração quando tinha oito anos, dois minutos antes de pegar um livro na estante da biblioteca e ignorar o garoto que estava ao meu lado. Apaixonei-me pela literatura após ler “A Bolsa Amarela”, de Lygia Bojunga.
Depois disso, qualquer livro me despertava interesse, incluindo manuais de instrução e bulas de remédio.
No colégio, passei a ler romances policiais de Agatha Christie, talvez pela influência de minha mãe, que sempre dizia que os livros dela eram muito bons. Tive que concordar… este período de minha vida também foi regado por animações japonesas e minhas primeiras decepções. Tais decepções me fizeram escrever um diário, por deixar de confiar em pessoas para contar meus sentimentos. – coisa que persiste, teimosa, até hoje.
Não lembro bem quando comecei a criar. Isso me vem desde muito nova, sempre me imaginando em cenas diversas de tudo que lia ou via. Mas sempre se limitou a isso… até chegar ao ensino médio. Por volta destes quinze, dezesseis anos, percebi que sempre esquecia as coisas legais que inventava, e precisava eternizá-las.
Comecei a escrever fanfics de meus animes preferidos aí, mas nunca – jamais! – mostrei-as ou mostrarei.
A necessidade de criar algo próprio veio quando tinha dezesseis anos. Explicar todas as circunstâncias levaria séculos, e do nada – sim, do nada – surgiu Legend of Raython, que manuscrevi em dois cadernos em seis meses, tal minha fúria e vontade de escrever.
A partir daí as portas se abriram. Depois de Legend escrevi “The Thundermaker” (nome provisório), por amar demais meu personagem preferido e destrinchar sua história por completo, “Agnus”, que me ajudou em alguns traumas e amadureceu minha escrita, e meses depois, “Heisenberg”.
Criei o Blog Thunder’s Empire por tédio e por não acreditar que criaria mais enredos para livros. (ainda bem que me enganei!) Decidi então começar do zero de novo, reescrevendo tudo e publicando gratuitamente. Porque livros querem ser lidos, e o autor ganhar dinheiro com isso é só um detalhe.
Hoje eu curso – sem muita vontade – Engenharia de Computação, escrevo por mim e pelo meu alter-ego Phyreon Thrower, faço mapas tolkianos e capas amadoras. Além de cotas de malha de aço de vez em quando. Em junho (ou julho) será lançado Crônicas da Fantasia, uma antologia organizada por Cristiano Rosa e que contará com uma crônica minha.
Sonho em terminar todos meus livros, escrever mais um monte, conseguir o maior número de livros autografados pelos autores possível, largar a faculdade, virar hippie, e dominar o mundo.




Projetos ativos


— TRILOGIA LEGEND OF RAYTHON —
Livro I
Ethernia


VOCÊ ACREDITA EM DESTINO?
         Em duas pessoas que nasceram e cresceram em condições e lugares inversos...
         ... Se encontrarem e descobrirem que havia mais forças os unindo do que um simples acaso?
         A história de Raikou e Elektra começa assim. Ela, princesa entediada. Ele, empregado qualquer no império inimigo.
         Elektra resolveu sumir do mapa depois de uma das comuns brigas com seu pai. Não imaginara que iria parar justamente no território de Ethernia, império que está em guerra contra o seu há mais de quinhentos anos. Muito menos imaginara que encontraria Raikou, o insolente moreno de olhos azuis... Que se dispôs a ajudá-la, por motivos desconhecidos...
         Seu encontro foi apenas o começo dos fatos que mais tarde foram nomeados “A lenda de Raython”, ou Legend of Raython, na língua local, e Ethernia é seu primeiro volume.
         Pronto para começar a acreditar em destino?





—— Quote ——
PHYREON ACORDOU NUM PULO.
         Aquele sonho... Não, aquilo foi um belo pesadelo, daqueles que se acorda com um grito na garganta e suando frio. Phyreon tinha sonhos em que ele vê uma pessoa morrer como se estivesse ali do lado, assistindo. Seus sonhos são infalíveis. Cento e cinquenta por cento de chances de acontecer.
         Mas aquele não. Não era nítido, ele não reconhecia o protagonista, ele só via destruição. Era um garoto. Ele possuía cabelos negros... Curtos... Bagunçados... Emanava uma aura mágica insuportável... Insuportável. Não havia magia na qual Phyreon Thrower não podia suportar. Isso era irreal. Também porque aquele adolescente possuía um belo par de asas, e runas pintadas pelo peito nu.
         Pintadas com sangue.


—— Curiosidades ——
- Influências notórias dos MMORPG’s Lineage II e Ragnarok Online, dos Animes/mangás Tenjho Tenge, Hunter x Hunter, Pokémon (Raikou ¬¬) e tantos outros.
- Os capítulos XII, XIV e XV de Ethernia possuem os nomes de O Imperdoável I, II e III, respectivamente, pelas músicas do Metallica que me inspiraram, chamadas The Unforgiven, The Unforgiven II e The Unforgiven III.
- A coisa era um roteiro de mangá. Mas aí a autora aqui ficou com preguiça de desenhar e resolveu deixar como um romance mesmo. Isso explica a narrativa rápida e as cenas de ação, sempre presentes.
- Carnificina de graça era a ideia original.
- Phyreon se chamaria Fahrenheit. Eu amava esse nome.
- Não sei por que mudei.
- Fahrenheit é mais legal.
- Mas é mais difícil de escrever.
- Phyreon vem de Flareon. Digite Flareon no Google.
- Arkane veio de Major Arcana, um dos robes mais caros do Lineage II C6.
- Há mais coisas, mas isso vai pro lado do spoiler…
Ethernia está concluído, e sua continuação, Maldição, também. O último livro, Profecia, ainda está em construção.




—— Leaden Chornicles ——
AS CRÔNICAS DE CHUMBO


Vincent e Nicholas Heisenberg são os mercenários juvenis mais cotados de toda Grayfield, principalmente depois que um mago descuidado acabou liberando uma horda de
demônios e monstros de toda espécie.


Apesar do trabalho sujo que fazem, eles ainda são adolescentes, não normais, nem com situações normais, mas... Eles tentam.


Amores, ódios, rosas, chumbo quente.
Cada contrato é uma
aventura nova,
Cada aventura é uma
crônica.




—— Quote ——

— A Amanda está na casa, só isso.
— E aí? – Icaro realmente não se importava.
— Aí é que ela não sabe atirar. – Vincent foi até seu galger e o montou. – Não tem uma arma e – ele olhou friamente para Icaro – Eu a amo o suficiente para nunca me perdoar se algo acontecer.
Leaden Chronicles possui postagens mensais no blog Thunder’s Empire, e por enquanto está empacado no capítulo 5.



Outros projetos, inativos
(manuscritos que um dia talvez reescreverei)

—— Agnus ——
Oneshot, sem previsão de publicação.

         Luna Winston nunca teve um pingo de juízo na cabeça. Em dois anos, fora expulsa de quatro escolas de Liverpool.
         Sua mãe, embora não demonstrasse, não suportava mais.
         Convenientemente, uma das ex-professoras de Luna dá a ela uma bolsa integral no internato de New Castle chamado Van Eyck Boarding School.
         Internato.
         Em New Castle.
         Luna morou em Liverpool a vida toda, e teve que ir quase algemada para lá. Arrumaria um jeito de fugir, ela sempre arrumava.
         Mas algo a prendeu lá até que se formasse.
         Seu passado e seu presente.
         Regidos pelas páginas de um único livro:
         Agnus.


—— Heisenberg ——
Trilogia que vai virar oneshot de três partes.
Basicamente, a historinha dos pais de Nick e Vince.
Sem previsão de publicação.

         Mercenários. Vivem da desgraça alheia, e ganham muito dinheiro com isso. Mas não é o suficiente para limpar suas almas do sangue que derramam.
         Vingança. Eles não são mercenários à toa. Eles têm um propósito. Vingá-lo.
         Poder. Nunca é o suficiente, não é?
         Amor. Demônios podem sentir?
         Heisenberg. Uma família longe de ser ideal,  que muitos conhecem e acima de tudo, temem.
         Vaughan. A família ideal, que tosos querem fazer parte, mas no fundo, desejam sua morte.
         Lewis. A família que já teve sua glória. E hoje luta para reconquistá-la.
         Três famílias.
         Três magos.
         Três partes.
         Escolha suas armas e venha para o campo de batalha.



—— The Thundermaker ——
A tal da biografia de Phyreon. Loooooooonga e sem nenhuma previsão de publicação. E de nome provisório.

         Raython era uma rua com cinco casas, duas tavernas e um monte de pedras que há cinco séculos eram um castelo em construção.
         Numa noite de nevasca, o choro de uma criança é ouvido, e a segunda marca de Kronus é reconhecida.
         O rei ergueu seu filho recém-nascido ao alto, ainda sujo de sangue. E bradou, para toda a vila ouvir:
         — Este é meu filho, meu primogênito. Phyreon Thrower, que será o maior Mago Elemental de todas as eras!
         Então começou a amaldiçoada história de Raython, marcada por profecias, por amores proibidos, por guerras e por sangue inocente.

 Ufa!
Diante de tanto material, o que me resta fazer?
Kamila escreve superbem (sem ser puxa-saco); li algumas coisas dela. Tem talento e futuro.
Bem, ela, meus caros, tem editora quase certa, basta querer, pois criatividade isso esta jovem tem de sobra.

Próximos da lista:

Ø  Stephane Lopes;
Ø  Júlio Verne;
Ø  H. G. Wells;
Ø  Bram Stoker.

E não, eu não sou muito de seguir esta lista!


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A obra "A Fábula Inacabada" de Alec Silva foi licenciada com uma Licença Creative Commons - Atribuição - Partilha nos Mesmos Termos 3.0 Não Adaptada.
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