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Bem, em breve estarei publicando 3 livros (isso inclui também a nossa querida saga cujo blog dedico).
Um deles, Zarak, o Monstrinho e Outras Noveletas Fantásticas, que em breve terá um blog, merece a atenção esta semana. Vamos ao resumo:


Apaixonado por histórias mitológicas, eu vi no gênero fantástico um meio de criar aventuras humanas, sem apelos e sem fugir da realidade, embora predomine em minhas histórias a magia, a fantasia, a imaginação criativa, a luta entre homens e deuses e monstros, sem ser por isso uma apologia a violência insana e ao lugar-comum.

Como leitor, a minha preocupação é transmitir uma mensagem positiva em cada obra escrita, é fazer o leitor sonhar e acreditar em seus sonhos, nunca perder a esperança e lutar pelos seus objetivos.

Zarak, o Monstrinho e Outras Noveletas Fantásticas reúne quatro histórias distintas em seu estilo, mas semelhantes no uso da fantasia e dos sonhos de um mundo, de uma vida melhor.

As quatro noveletas, escritas entre 2008 e 2010, narram as aventuras de criaturas movidas pelos sentimentos e emoções, que descobrem na força da amizade, na esperança e nos sonhos uma alternativa para viver.

Em Zarak, o Monstrinho, a primeira aventura, um jovem escritor descobrirá que um autor é também um criador de vida, que a imaginação é capaz de escrever o futuro e criar destinos incríveis. Em O Colecionador de Sílfides a aventura acontece quando uma amiga muito estimada é raptada; um jovem diferente e excluído da sociedade parte sem eu resgate, provando que a amizade, o amor e o perdão são mais poderosos do que qualquer plano maléfico. A terceira história, O Enigma do Cubo, é voltada a uma pergunta inquietante (“Estamos sós no Universo?”) que será respondida através de um objeto simples, porém poderoso; no final das peripécias os três envolvidos aprenderão mais sobre si do que poderiam imaginar. E a obra conclui-se com a dramática história de O Jardim Celestial de Guilherme, na qual os sonhos podem se tornar tão reais quanto um jardim; mas é aqui que o lado destrutivo do ser humano poderá pôr tudo a perder.

O quarteto aqui presente está em ordem cronológica, ou seja, inicia-se em uma simples aventura infantil, passa por infanto-juvenil, atravessa uma juvenil e finda numa mais adulta. Durante toda a viagem o mágico, o impossível e o fantástico estarão presentes, conduzindo o leitor por mundos e lugares maravilhosos.

Toda a obra, enfim, forma apenas um quadro resumido do homem, que nasce com sonhos, cresce e tende a destruí-los. É uma análise minha sobre a sociedade materialista e realista, que não permite que uma criança, um jovem, um adulto, um idoso possa sonhar como um poeta.


Alec Silva

2 Comments:

  1. Paul Law said...
    Tenho objetivos semelhantes, amigo autor.

    Desejo-lhe muito sucesso e que sua mensagem possa ser compreendida na integridade.

    Um abraço.
    Alec Silva said...
    hehe
    Eu acho que um autor deve se preocupar em transmitir mensagens, além de uma boa história. Sempre tento fazer isso.


    Abraços e obrigado pela força!

    ^^

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A obra "A Fábula Inacabada" de Alec Silva foi licenciada com uma Licença Creative Commons - Atribuição - Partilha nos Mesmos Termos 3.0 Não Adaptada.
Com base na obra disponível em afabulaoficial.blogspot.com.
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