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“Ao amanhecer do último século, um grupo de exploradores procuram um mundo pré-histórico, dirigido por ambição, desejos secretos, uma sede de aventura e buscando a última das histórias, eles são ajudados por uma beleza indomada. Encalhados num terra estranha, cada dia se torna uma procura desesperada, para sair deste Mundo Perdido.”



Quem aqui se lembra desta abertura tão tosca e hipnotizante? Pelo menos eu, um reles garoto na época (e que não mudou muito), amava as noites (e tardes) que passavam algum episódio deste seriado tão peculiar.
A série O Mundo Perdido foi com certeza uma de minhas mais loucas e fortes inspirações para ser fantasista, pois era uma grande salada de frutas, tendo dinossauros (falei que amo dinossauros e animais pré-históricos no geral?), magia, criaturas muito exóticas, viagens temporais, mistérios, etc.
Quem se preocupava com os efeitos especiais quando a bela Jennifer O'Dell aparecia? Quem, pelo amor de Zeus, ligava para algo ali ter algum sentido lógico, se a graça era a mistureba de coisas?
Eu nunca me importei.
 
Os personagens principais eram interessantes, sobretudo o Challenger, Roxton, Malone e, claro, a beleza selvagem e loira Veronica. O restante, para mim, era apenas figurante. Ah! O homem-lagarto era muito foda!
O mais legal: a trama era vagamente baseada num livro do grande Sir Arthur Conan Doyle, o criador de Sherlock Holmes!
Agora, após ver boa parte da série (incluindo o episódio surreal de tudo sendo tragado pelo tempo) e vi o filme (que achei até interessante, mas nada tão grandioso), quero ler o livro (pleonasmo?!).
Bem, um pequeno spoiler: na Saga Fábula, vai ter uma singela homenagem a este seriado e ao livro maravilhoso de um escritor francês que muito me influenciou.
Personagens marcantes, trama mirabolante, enredos nunca lineares, aventura, magia, história alternativa, tudo isso fez desta série uma maravilha televisiva para este que aqui escreve.
E para os manolos de plantão, uma imagem bem legal da musa selvagem.


Regulamento Pulp Brazil

Antologia de Literatura Fantástica, Aventura e Pulp
Organização: Alec Silva
Prefaciadora: Amanda Reznor
Autor Convidado: Rochett Tavares
 1) DA PARTICIPAÇÃO
1.1. A antologia “Pulp Brazil” é promovida pela RHS EDITORA E PRODUÇÕES, pessoa jurídica com registro de CNPJ: 13.022.386/0001-84 com sede na Avenida São Paulo, Quadra 84 LOTE 13, N°1048 - CENTRO - GURUPI – TO, doravante denominada EDITORA.
1.2. Poderão participar da antologia todas as pessoas físicas residentes legais em qualquer país.
1.3. Das características da antologia: A RHS EDITORA receberá única e exclusivamente contos com a temática pedida para a Antologia PULP BRAZIL, sendo que a criatividade e imaginação do escritor darão o toque e estilo ao trabalho.
1.4. Poderão participar da antologia autores com mais de dezoito anos. Aqueles que forem menores de idade poderão se inscrever mediante autorização por escrito de um responsável legal, acompanhada de fotocópia do original de documento de identidade do mesmo para conferência e registro de inscrição.
1.5. A participação se dará por meio de um concurso, onde o autor não precisará arcar com nenhum valor para a publicação de seu conto.
1.6. Serão selecionados, ao todo, de 15 (quinze) a 20 (vinte) participantes, sendo 1 participante convidado, e estes cederão seus direitos autorais para a editora referente a publicação na antologia PULP BRAZIL.
Especificação do Produto:
Título: LIVRO
Papel: Miolo Papel Polén Bold/ Capa com Orelhas de 8 cm
Formato: 16,0 x 23,0mm (fechado)
1.7. A presente antologia PULP BRAZIL é uma promoção da RHS EDITORA e tem como finalidade estimular a produção de textos, formação e divulgação de novos autores.
 2)DA ACEITAÇÃO DOS CONTOS
2.1. Serão aceitos apenas contos em língua portuguesa, de temática ao universo fantástico e todos os seus subgêneros (policial, suspense, terror, ficção, steampunk, gore, aventura, horror, etc.) e com o tema proposto para a antologia PULPBRAZIL. Limite de tamanho: no mínimo 25.000 e, no máximo, 38.000 caracteres, contando os espaços. Formatação: página A4, espaços de 1,5 entre linhas, fontes Times ou Arial tamanho 12, acompanhados dos dados de inscrição que constam no parágrafo 5.5 desse regulamento.

2.2. Os contos devidamente formatados deverão ser enviados a/c de Alec Silva para o e-mail pulp@rhseditora.com, com cópia de segurança para antologias@rhseditora.com junto com os dados de inscrição e demais documentos de autorização (no caso de menores de idade).
2.3. Os contos inscritos deverão contemplar, obrigatoriamente, os seguintes elementos:
(a) não ultrapassar o limite de 38.000 caracteres;
(b) corresponder ao tema proposto para a antologia PULP BRAZIL:
“O Fantástico é um Universo infinito de coisas e segredos, onde o limite entre o real e o imaginário é uma tênue linha que pode ser facilmente superada. Mundos paralelos, futuros alternativos, aventura, romance, o horror em sua face mais obscura, a humanidade obrigada a vencer seus limites e confrontar o sobrenatural.
Através de textos, como contos, crônicas e poesias, tudo é possível desde que a imaginação queira. Solte sua imaginação e conte sua versão do Fantástico, sem medo, sem preocupação. É hora de escrever, é hora de ser Pulp!”
 3) NÃO SERÃO ACEITOS OS CONTOS QUE:
(a) possam causar danos a terceiros, seja através de difamação, injúria ou calúnia, danos materiais e/ou danos
morais;
(b) ofendam a liberdade de crença e as religiões;
(c) contenham dados ou informações racistas ou discriminatórias;
(d) tenham a intenção de divulgar produtos ou serviços alheios aos objetivos da antologia ou que tenham
qualquer finalidade comercial;
(e) façam propaganda eleitoral ou divulguem opinião favorável ou contrária a partidos ou candidatos;
(f) tenham sido produzidos por terceiros;
(g) que não venham formatados nas normas estabelecidas por esse regulamento e descritas no item 2.1.
 4) DOS CONTOS INSCRITOS
4.1. Os contos inscritos serão analisados, selecionados e organizados mediante avaliação do profissional nomeado pela organização da Antologia, cujas decisões serão soberanas e irrecorríveis. A avaliação se dará com base nos seguintes critérios:
(a) criatividade e originalidade do enredo;
(b) adequação à classe literária de conto;
(c) impacto do conto e qualidade dos recursos utilizados.
4.2. Ao se inscrever na Antologia PULP BRAZIL o autor autoriza automaticamente a veiculação de seu conto, sem ônus para a RHS EDITORA nos meios de comunicação existente ou que possam existir com a intenção de divulgar a antologia.
 5) SOBRE AS INSCRIÇÕES:
5.1. As inscrições para a Antologia PULP BRAZIL serão abertas às 24h00min do dia 03 de novembro de 2011 e encerradas no dia 03 de janeiro de 2012, no formato e padrão já descritos, sendo que a partir desse momento o prazo para publicação é de 60 dias. As inscrições só poderão ser feitas pelo e-mail pulp@rhseditora.com        
5.2. Inscrições por e-mail: o candidato deve enviar, anexado a uma mensagem eletrônica, o arquivo (doc) contendo seu texto para o endereço pulp@rhseditora.com . No corpo da mensagem, o autor deverá fornecer as outras informações exigidas por este regulamento para que se efetue a inscrição. O assunto da mensagem deverá ser INSCRIÇÃO PARA A ANTOLOGIA PULP BRAZIL.
5.3. Cada autor poderá enviar até dois contos, havendo a possibilidade de um segundo volume meses após o lançamento do primeiro.
5.4. As inscrições e publicação do livro são gratuitas.
5.5. Para participar os candidatos deverão, além de enviar um ou mais contos de acordo com as regras estabelecidas neste regulamento, fornecer as informações a seguir:
(a) nome completo do autor do conto e de seu responsável legal (se for menor de idade);
(b) data de nascimento;
(c) número do documento de identidade pessoal e do responsável legal (se for menor de idade);
(d) endereço físico e eletrônico, completo e legível;
(e) telefone fixo e celular;
(f) informação de onde e como ficou sabendo da antologia;
(g) autorização por escrito assinada pelo responsável (se for menor de idade) e fotocópia legível do documento
de identidade do mesmo (cópia escaneada e enviada junto com o e-mail);
(h) minibiografia de no máximo três linhas para cada autor.
5.6. Só serão aceitas inscrições através dos procedimentos previstos neste regulamento. Os dados fornecidos pelos participantes, no momento das inscrições, deverão estar corretos, claros e precisos. É de total responsabilidade dos participantes a veracidade dos dados fornecidos à organização da Antologia PULP BRAZIL
5.7. Em caso de fraude comprovada, o conto será excluído automaticamente da antologia.
5.8. Os participantes concordam em autorizar, pelo tempo que durar a antologia com a editora, que a RHS EDITORA faça uso de seu conto, suas imagens, som da voz e nomes em mídias impressas ou eletrônicas para divulgação da Antologia PULP BRAZIL, sem nenhum ônus para os organizadores, e para benefício da maior visibilidade da obra e seu alcance junto ao leitor.
 6) DA VENDA DO LIVRO
6.1. A antologia será vendido na loja virtual da RHS editora e nas demais livrarias conveniadas no valor de R$ 30,00.
6.2. Os autores participantes da antologia poderão comprar a antologia com desconto a partir de 5 exemplares, a um valor de R$ 15,00. Sendo a quantia de livros desejada a valor promocional comunicada antes da finalização do processo gráfico, onde a Editora entrará em contato com todos autores para saber se desejarão adquirir a valor promocional de Autor.
A EDITORA RHS NÃO OBRIGARÁ OS SELECIONADOS A ARCAR COM QUALQUER CUSTO OU A ADQUIRIR EXEMPLARES, sendo que o autor que quiser adquirir exemplar o fará por sua livre e espontânea vontade.
6.3. Para o envio dos livros será cobrado o frete para a entrega. O autor que desejar comprá-los deverá enviar um e-mail para antologias@rhseditora.com com o assunto COMPRA DA ANTOLOGIA PULP BRAZIL e no corpo do e-mail colocar a quantidade de livros desejados, o endereço completo para envio e nome completo.
6.4) Cada autor selecionado receberá um exemplar da OBRA a titulo de DIREITOS AUTORAIS, gratuitamente, sendo cobrado apenas o frete.
 7) OUTRAS INFORMAÇÕES
7.1. Dúvidas relacionadas a esta antologia e seu regulamento poderão ser enviados para o e-mail pulp@rhseditora.com, com o assunto DÚVIDA ANTOLOGIA PULP BRAZIL.
7.2. Todas as dúvidas e casos omissos neste regulamento serão analisados por uma comissão composta pela equipe organizadora e sua decisão será irrecorrível.
7.3. Para todos os efeitos legais, os participantes do presente Antologia PULP BRAZIL declaram ser os legítimos autores os contos inscritos, isentando a RHS EDITORA de qualquer reclamação ou demanda que porventura venha a ser apresentada em juízo ou fora dele.
7.4. A RHS EDITORA reserva-se o direito de alterar qualquer item desta Antologia, bem como interrompê-la, se necessário for, fazendo a comunicação expressa para os participantes.
7.5. A participação nesta Antologia implica na aceitação total e irrestrita de todos os itens deste regulamento.










Bom dia!



Hoje é 1º de novembro e o que isso significa para este blog?
Sim! Como prometido numa postagem anterior, publico por um mês o primeiro livro da saga, Pedras Elfo-Fádicas!



Bem... Boa leitura!



Oi!


 Há quanto tempo não posto algo sobre a saga, não?


Pois é... Andei meio ausente da escrita dos livros e a preguiça de digitar os já escritos me dominou. 

Acho que somente ano que vem agora.

Mas, para provar que estou a mil nesta jornada, trago a vocês, que me ajudaram a chegar a 17 000 visitas e a um ano seguido de postagens, que visitou, comentou, deu uma espiadinha, uma notícia muito bacana.

A partir do mês que vem, por um mês, estará disponível para a sua apreciação o primeiro livro da saga, Pedras Elfo-Fádicas.


Para quem sempre ouviu falar da saga e nunca soube o que é, esta será a chance de conhecer um pouco a trama que começou modesta e ganhou dimensões colossais em minha mente.

 
Portanto, a partir de novembro, fiquem ligados neste blog!


Abraços.

Lá pelo ano de 2002 surgiu uma versão de um clássico de H. G. Wells e da ficção científica, A Máquina do Tempo.
A aventura me surpreendeu pelas criaturas (já mencionei que gosto de filmes com seres fantásticos e civilizações que beiram o primitivo?), pela trama de viagem no tempo e por ter uma moral (algo que no livro encontrei com maior profundidade).
Elementos steampunk, fantasia científica, aventura e ação. Tudo ali, bem colocado (sempre achei este filme curto, não sei o por quê). Atente às cenas em que aparecem a lua fragmentada por causa da besteira de colonizá-la; uma priva da ganância humana.
Por fim, vemos a evolução humana tomando dois rumos. No filme não fica explicado o motivo, mas no livro você pode entender o motivo. É uma seleção natural, acredite.
Morlock

Eloi
Bem, fica aqui a dica e a revelação de uma de minhas muitas inspirações.

Hoje vou apresentar outra parceria (na verdade é um apadrinhamento de minha parte).
Vamos deixar que a moça se apresente:


Meu nome é Bruna Denise, nascida a 21 de junho no município de Codó, Maranhão. Tenho três irmãos, duas garotas, Ana Beatriz e Júlia, e um garotão, João. Sempre fui apaixonada pela leitura, e foi isso que me fez começar a escrever.
Esta moça de sorriso bonito é muito criativa.
Meus primeiros textos são apenas escritos sobre situações ou sentimentos, alguns meus; outros, de amigos. E aos 15 anos criei meu primeiro romance, jamais publicado, que apelidei de Coisas de Adolescente. Depois disso não parei mais; criar histórias e personagens é meu hobby.
Há alguns meses adicionei à minha lista de criações a história O Lobo, e com o romance nasceu também meu primeiro blog, CRIse!
A história de O Lobo surgiu, na verdade, há dois anos. No aniversário do meu melhor amigo – que hoje também é meu namorado – eu não soube o que dar de presente e criei um conto dedicado a ele. Quando ele leu o conto me deu a ideia de criar um romance daquela história. Escrevi treze capítulos, mas precisei parar por um tempo, e acabei perdendo o romance original. Só voltei a trabalhar no romance este ano.
Nesse meio tempo escrevi outros dois romances, que continuam guardados. Além disso, continuei escrevendo textos e pequenos contos.
Pretendo concluir O Lobo e continuar trabalhando na saga Passiflore, que tenho divulgado também no blog CRIse!, e, é claro, publicar as duas obras e as tantas outras que ainda irei escrever.

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Para quem quer saber como a conheci, pode clicar aqui.



Atendendo ao meu pedido, ela fez um conto bem legal.



A dádiva da feiticeira
Bruna Frazão


Era uma velha feiticeira levada como prisioneira do rei. Usava um vestido amarelado pela poeira da estrada e trazia preso ao pescoço um cordão de prata de onde pendia uma pedra redonda e alaranjada.
Permaneceu calada durante toda a viagem, os braços atados com cordas e as pernas presas por correntes de ferro, sentada num canto da gaiola, recostada às grades, esperando pacientemente sem o mais leve traço de incômodo. E por isso mesmo provocava calafrios aos soldados que a escoltavam, até mesmo ao capitão da caravana que consistia em doze homens armados e duas carroças – uma carregada de mantimentos e outra trazendo a gaiola onde mantinham a Loreta presa.
Ao chegar ao castelo, aproveitando-se do pavor que inspirava aos que a capturaram, Loreta exigiu uma audiência com o rei. Mas ali, na Corte, onde sua fama não era conhecida, foi informada de que Vossa Majestade não tinha tempo para suas lamúrias e então foi trancafiada nas masmorras à espera de sua execução.
Somente três dias depois teve uma oportunidade de vingança, quando o príncipe herdeiro, por curiosidade, caminhava pelas masmorras. Quando Argos viu aquela velha encolhida nos fundos de sua cela úmida e fétida sentiu pena e pediu que o deixassem estar com ela por alguns minutos.
Soltou-lhe as correntes dos pés, pediu que lhe trouxessem água, comida e roupas limpas e garantiu que pediria clemência ao pai ao que a velha prontamente recusou.
Loreta, vendo a bondade no coração de Argos, desistiu de vingar-se e ao invés disto deu-lhe, como presente de gratidão, a corrente de prata em seu pescoço, tomando o cuidado de alertá-lo.
– Esta pedra lhe garante a eternidade – ela disse. – Mas jamais diga isto a ninguém, nem mesmo ao seu vassalo mais fiel, nem mesmo ao seu melhor conselheiro.
Na noite seguinte, a velha Loreta foi queimada em praça pública, e desde então o príncipe guardou o seu segredo, embora trouxesse sempre a corrente com a pedra alaranjada presa a seu pescoço.
E então o tempo passou, o príncipe tornou-se rei, e vendo-se apaixonado por uma jovem famosa por sua beleza tomou-a por esposa, cargo que esta ocupou com orgulho e não por amor. Era por dever que Jane se deitava todos os dias com o seu rei, alimentando sua presunção com a paixão cada vez maior de Argos por ela. E foi em uma destas noites que ela lhe questionou sobre a única joia a qual ele jamais abandonava.
Cego pela paixão, Argos contou-lhe tudo o que aconteceu na cela da feiticeira, e tudo o que ela lhe dissera. Jane esperou durante algumas semanas, até que Argos tivesse esquecido a noite em que se deixara levar e revelara seu segredo, e então enquanto o rei dormia arrancou a corrente de seu pescoço e guardou-a entre as suas joias pessoais.
Na noite seguinte, quando ele a questionou sobre a corrente, a rainha garantiu que não a vira desde a manhã anterior, e o assunto acabou sendo esquecido outra vez pelo rei.
Em uma bela manhã, Argos despertou com o brilho do sol através das cortinas, e ao procurar sua amada acabou descobrindo-a caída junto à penteadeira.
Ajoelhou ao seu lado, tomou-a nos braços. Apesar da palidez, ela ainda trazia a beleza em sua face, seus longos cabelos negros emolduravam seu rosto de marfim e seus lábios, ainda rosados, pareciam prestes a sussurrar o seu nome mais uma vez. A corrente estava presa em seu pescoço, a pedra alaranjada pousava sobre seu coração.
Cheio de arrependimento e culpa rei Argos recusou-se a queimá-la, como rezava sua tradição. Ordenou que lhe fizessem um caixão de vidro que instalou em seus aposentos para que sempre se recusasse do mal que fizera à sua amada rainha por desobedecer aos conselhos de Loreta. E para seu espanto a beleza de Jane resistiu ao tempo, e para sempre ela conservará a aparência que tivera em seu último dia de vida.

Olá!
Nova parceria!
 Desta vez recebi a aliança fantástica de Kmila Zaoldyeck (eita nome difícil, moça!). Ela também é escritora de alta fantasia (High Fantasy para os mais conhecidos), assim como eu (na verdade, não sou 100% autor de AF).
Mas, vamos às informações sobre a jovem e sua obra, não?


Biografia da autora:
Nasceu Camila Cristina de Araújo no longínquo ano de 1991. Apaixonou-se perdidamente pela leitura ainda criança, e mais tarde, adicionou os animes, os lápis de cor e a escrita à sua lista de amores incondicionais. Tornou-se Kmila Zaoldyeck aos 14 anos, e não pensa em trocar de pseudônimo, não mais. Atualmente cursa Engenharia de Computação na Universidade Federal de Ouro Preto, escreve uma trilogia de high fantasy chamada Legend of Raython, uma antologia de contos Steampunk chamada As Crônicas de Chumbo,administra o blog Thunder's Empire e tem que aturar seu alter-ego Phyreon Thrower.

 
Sinopse:
Trilogia Legend of Raython
Livro I, Ethernia

         Você acredita em destino?
         Em duas pessoas que nasceram e cresceram em condições e lugares inversos...
         ... Se encontrarem e descobrirem que havia mais forças os unindo do que um simples acaso?
         A história de Raikou e Elektra começa assim. Ela, princesa entediada. Ele, empregado qualquer no império inimigo.
         Elektra resolveu sumir do mapa depois de uma das comuns brigas com seu pai. Não imaginara que iria parar justamente no território de Ethernia, império que está em guerra contra o seu há mais de quinhentos anos. Muito menos imaginara que encontraria Raikou, o insolente moreno de olhos azuis... Que se dispôs a ajudá-la, por motivos desconhecidos...
         Seu encontro foi apenas o começo dos fatos que mais tarde foram nomeados “A lenda de Raython”, ou Legend of Raython, na língua local.
         Pronto para começar a acreditar em destino?



 
Onde encontrar:




 Olá, gente! Tudo bem com vocês?
Passado o momento "Sabrina Sapo", vamos aos pontos da postagem, certo?
Acabei de ver em meus e-mails a confirmação da participação deste blog no Book Tour do Guardians Volume 1, de Luciane Rangel. Legal, né?
Mas, peraí!
Por que resolvi tentar participar deste book tour?
  1. Bem, pelo que vi, cada Guardião tem um signo zodiacal (lembra os deuses numiarianos).
  2. É mais uma parceria literária.
  3. É uma chance de apreciar a literatura fantástica nacional.
  4. Gostei das ilustrações.
  5. É mais divulgação para mim.
Por ora, é isso aí!
Sigam a autora no Twitter.
E confiram o livro no Skoob.



Como não tenho muito o que fazer (pura mentira), escrevi um artigo com 7 (+ um extra) argumentos que me fazem pedir ao escritor Eric Musashi, criador de uma série de livros que se passam na lendária Atlântida e arredores, em tempos antigos e perdidos, como a dualogia Os Herdeiros dos Titãs, para se arriscar a escrever histórias no universo de Cona e a Era Hiboriana que foram criados pelo escritor texano Robert E. Howard.

Seguem abaixo meus motivos:




Robert E. Howard se suicidou em 11 de Junho de 1936, ou seja, tem mais de 70 anos, o que torna as suas obras pertencentes ao patrimônio cultural público.


Eric Musashi é um grande fã do autor, vive ressaltando a influência que este teve sobre Tolkien, que é considerado um grande fantasista, e qualquer escritor é comparado ao inglês e a não ao texano.






Ao ler o primeiro livro de Eric Musashi e pesquisar sobre a escrita howardiana, notei a semelhança entre as ideias dos autores, principalmente no que diz respeito ao fato de ambos tratarem sobre épocas imemoráveis, civilizações degradadas e personagens dos mais variados tipos.








Eric Musashi assistiu ao novo filme baseado em Conan, de Howard, e elogiou a atuação do ator que interpreta o protagonista, enquanto várias críticas detonam. Por ser fã, a sua opinião pesa mais do que a de um crítico, pois fãs costumam ser exigentes.




No presente momento, Eric Musashi se encontra sem muitos grandes desafios de escrita e escrever sobre a Era Hiboriana, seja sobre Conan ou qualquer personagem seria um bom desafio, principalmente por ter uma escrita e ideias parecidas com a do autor texano.





O fator mais importante seria que Eric Musashi leu as histórias, não gostou muito do filme que Arnold Schwarzenegger, que me lembro vagamente, por não ter respeitado a história criada por Howard.







E, por fim, Eric Musashi é chamado de Robert E. Howard brasileiro por alguns amigos escritores, e agora por mim. Isto quer dizer alguma coisa, eu acho.










MOTIVO EXTRA: Estou louco para ler os contos howardianos, ver um bom livro de “espada e feitiço”, como O Senhor da Espada Feiticeira, de King Sherman, que li há um bom tempo. Eu poderia escrever, mas teria a mesma emoção.










O que achou?                               
Se gostou da ideia, mande uma mensagem para @ericmusashi com a hashtag #erichoward. Ou apenas comentem abaixo desta postagem.

Caso não haja ajuda de ninguém, sem problema, luto sozinho.

Gostaram da imagem acima?

Pois é esta a capa do segundo livro da pequena saga Os Herdeiros dos Titãs, de Eric Musashi, a ser lançado em dezembro deste ano, pela Giostri.

A Mão do Destino encerra as aventuras de personagens humanos e imperfeitos, numa terra antiga e conhecida atualmente por nós como Atlântida.

Uma obra que merece ser lida e apreciada.

Para mais informações sobre o primeiro livro, De lutas e ideais, leia minha resenha no blog Alec Silva & Outros Escritores ou visite o blog oficial da obra e participe também da promoção que sortea um livro por quizena.

Abraços.

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A obra "A Fábula Inacabada" de Alec Silva foi licenciada com uma Licença Creative Commons - Atribuição - Partilha nos Mesmos Termos 3.0 Não Adaptada.
Com base na obra disponível em afabulaoficial.blogspot.com.
Permissões adicionais ao âmbito desta licença podem estar disponíveis em http://afabulaoficial.blogspot.com/.

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