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Canório, criação de Hayane de Souza,
 segundo visão de Jorge Rafael.

Embora pequeninos, são seres muito perigosos, capazes de grandes confusões, como os diabretes.

Os canórios são criaturas do tamanho de um ovo de galinha, com rabos compridos, com trinta centímetros de comprimento, corpo oval e coberto por pequenos espinhos. Possuem membros locomotores maiores do que o proporcional ao seu corpo, o que permite grande agilidade na locomoção em geral. Quando filhotes, têm uma coloração cinza metálica; ao chegarem a fase adulta, adquirem o dourado metálico. Costumam viver em grupos de mais de mil indivíduos.

Essas criaturas pequenas se reproduzem de forma muito peculiar: os machos depositam o sêmen num pequeno orifício na barriga das fêmeas, que uma semana depois liberam ovos transparentes, que flutuam por três dias no ar até eclodirem os filhotes.

São perigosos durante a noite, pois alimentam-se de calor gerado pelo fogo, comendo literalmente as chamas, fazendo-os brilharem como vagalumes. Por serem ignófagos, são vulneráveis a água, que em grande quantidade pode matá-los.

Por serem atraídos pelo fogo, costumam ser confundidos com as salamandras por indivíduos de pouco conhecimento acerca das criaturas vivas numiarianas.

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