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Ladrão, espanhol?! Só pode ser Antonio Banderas!!!

Foi o único que me veio à mente, pessoal!!

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Um anti-herói tem que ter a cara deste ator!!


O papel seria seu, Jason Statham!!!

Bem, os irmãos Thiers e Thierry são gêmeos, então um só cara basta para ambos, não?

^^

Escolhi Charlie Cox, que é britânico, o que o destaca para o duplo papel!

...

Uma dos quatro protagonistas de toda a trama, noiva de Thierry...



Bem, é a cara de ísis Valverde, uma atriz que eu considero muito linda e seria muito boa para o papel!

xD

Este personagem só aparece no segundo volume, porém ainda criança.

Já adulto, será mais ou menos igual ao Orlando Bloom.

Quem vai gostar disso são as mulheres...

^^

Vamos iniciar uma brincadeira que foi feita por Alfer Medeiros em seu blog Fúria Lupina, que achei legal e resolvi fazer aqui!

Iniciaremos com o Sr. Fairy-Stone, protagonista de "Pedras Elfo-Fádicas".

Como podem ver, ele tem mais ou menos o físico de Robert Downey Jr., ou melhor, de Sherlock Holmes.

Foi o cara que mais pareceu com ele... Fazer o quê?

^^

Desde o momento em que parte do mundo passou por mudanças tecnológicas, todas as áreas mundiais sofreram mudanças também. Primeiro ocorreram no continente mais importante, em especial no país que se mostrava muito a frente do século XVIII: a Inglaterra. Surgiram máquinas a vapor muito superiores as que vinham sendo criadas na França, na Itália e nos Estados Unidos país este que havia acabado de ganhar a independência.
Quando a tecnologia espalhou-se pelo mundo, tudo teve de ser revisto, melhorado, aperfeiçoado. Surgiam, assim, novas necessidades, descobertas para saciarem essas necessidades. Era o início da chamada Revolução Industrial, o que muito ajudou a Inglaterra a sobreviver às perdas de importantes colônias na América.
Poucos foram os homens que tiveram grande importância nos círculos sociais, industriais, científicos e acadêmicos como James Watt, o responsável pela invenção da máquina a vapor ― invento esse que resultou a seguir na construção de trens, barcos, carros e tantas outras coisas.
Investir nas áreas que cresciam era algo rentável, apesar de arriscado, pois inúmeras fábricas faliram, não suportando a forte pressão do progresso industrial.
E no decorrer dos anos, conforme a segunda onda da revolução, tudo se mostrou estável, o que muito fez o mundo alcançar um nível quase que todo igualado de avanços. Claro que houve muitas exceções.
Não somente os ingleses, mas toda a Europa e alguns países das três Américas, que já se viam livres ou a caminho de se livrarem da colonização, eram agora alcançados pela fabulosa Revolução Industrial.
Se por causa da efervescência nas Américas os europeus se viam perdendo colônias ricas em café, frutas, tabaco, melado, açúcar e minérios, também se viam buscando novas colônias na África e na Ásia.
O continente africano, que outrora fora responsável pelos escravos tão usados nas colônias americanas e que há pouco ganhavam a sonhada liberdade, voltava a sofrer com as explorações dos povos da Europa. O objetivo agora era o diamante e qualquer outra pedra valiosa, que tanto valia no mercado.
Do continente asiático vinha outra forma de riqueza, já há algum tempo explorada, mas somente agora intensificada: as especiarias, como ervas e temperos.
Em ambos havia a exploração da mão-de-obra e a destruição de culturas, o que muito enfurecia alguns homens que defendiam a igualdade social em todas as partes do mundo.
Inúmeros inventos fizeram o mundo progredir, abrindo leques colossais para autores de um gênero literário que florescia, sobretudo após o sucesso de Júlio Verne. Era um grupo de escritores que parecia antecipar as coisas, o que provocava ou risos ou admiração ― ou ainda medo.
E a quase três décadas do fim do século XIX muitas mudanças já eram avistadas por todos, o que muito agitava todos os círculos da sociedade. Os rumores de máquinas voadoras ou que poderiam levar um homem a qualquer lugar, sem o intermédio de animais, sendo inclusive, mais leves do que o trem, assombravam a todos.
O único que parecia ver tudo o que acontecia ao seu redor como passos importantes e necessários para a humanidade era o Sr. Wagner Wald Fairy-Stone, dono de uma renomada rede de indústrias de fiações e tecelagens, além de ser proprietário e herdeiro único de uma fortuna incalculável, espalhada na França, na Inglaterra, na África do Sul, na Índia e nos Estados Unidos.
Herdeiro de uma família que enriqueceu misteriosamente, o que gerou boatos caluniosos na época, o Sr. Fairy-Stone sempre tinha uma visão otimista diante de qualquer situação. Era algo que havia herdado do pai, Anton Wald Fairy-Stone, que era um poeta de grande influência até ter tudo destruído num incêndio.
A visão tão otimista do empresário foi indispensável quando a segunda onda da revolução aconteceu, em 1860, época em que inúmeras indústrias faliram ― algumas foram compradas por ele, que enxergou uma oportunidade de expandir os negócios.
Com a morte do pai, que falecera um ano após perder as suas obras valiosas, como pergaminhos gregos sobre um canto do globo nunca explorado e as suas poesias, vítima de desgosto, o jovem Wagner assumiu o controle da imensa fortuna.
Em 1869, conheceu a jovem e bela filha de um mercador de joias da França, o Sr. Camille Saint-Floire. Ainda com recém-completados 17 anos, a jovem mostrou-se independente, rejeitando o cortejo do empresário ― o que muito o cativou, pois ele apreciava isso em uma mulher.
Semana pós semana, ininterruptamente, o Sr. Fairy-Stone pedia que mensageiros particulares levassem flores para a jovem cortejada. Eram buquês enormes, contendo centenas, até milhares das flores mais belas, perfumadas e caras de toda a Paris.
Além de flores, era comum a bela Cassia ser presenteada com perfumes raríssimos, joias e vestidos feitos sob medida ― a costureira ia à casa dela. Ela aceitava-os, mas sempre avisando que não se dobraria a um homem tão materialista.
Foi então que o cortejador arriscou novos passos: conseguiu a permissão dos pais da jovem e principiou a passear com ela, sob os cuidados severos de uma dama de companhia.
Os dois conversavam bastante sobre vários assuntos, como os livros de Júlio Verne e Jane Austen, os avanços da humanidade, as belezas da natureza, os sonhos de cada um. A cada passeio um pouco de cada um era revelado e descoberto.
Por fim, em 1872, após três anos de cortejo paciente e persistente, Cassia Saint-Floire aceitou o pedido de casamento de Wagner Wald Fairy-Stone. Isso ocorreu no começo do equinócio de outono, já no fim do mês de setembro.
Além de paciente, persistente, romântico e sonhador, o Sr. Fairy-Stone revelou-se ainda mais otimista, num grau altíssimo, pois muito antes de conseguir a mão da jovem francesa ele já havia iniciado os preparativos do casamento.
E no dia 29 de dezembro de 1872, no início do solstício de inverno, ambos casaram-se na velha Igreja Anglicana de São Lucas, perto de Londres, e também na pequena Igreja Católica Apostólica Romana de São João Batista, na cidade natal da jovem.
O casamento duplo, algo que inquietou tanto os ingleses quanto os franceses, tinha um motivo: o noivo queria respeitar a religião da noiva, uma católica praticante, e a própria, afinal ele era um anglicano fiel, herdeiro de uma das religiões surgidas durante a Reforma Protestante.
Quando casada, Cassia ganhou o acréscimo do sobrenome Fairy-Stone, mantendo o que já tinha e não o eliminando, como era o costume. Tudo porque o marido queria manter a personalidade independente da esposa.
Enfim, o Sr. Fairy-Stone, no auge de seus 32 anos, casou-se, dando sequência a uma história que nem ele, cuja visão era criativa e otimista, saberia como aconteceria e se desenrolaria.

Fairy Tale

"Jesus, salvator mundi
Tue famuli subveni
Quos pretioso sanguine
quos pretioso sanguine
Redemisti"


Fairy lady, who stands on the walls
Life is short and wait is long
The stars, away, dim with the dawn...
Fairy lady, who stands on the walls


Your tale has only begun
It comes from far, the Nowhereland
The wind is blowing a sound well known...
Fairy lady, your love is long gone


Oh darling, hear my soul and heed my cry
Cause all my crying may flood a river in my heart


"Oh, life is good,
Oh, life is good,
Oh, life is good...
As good as you wish!"


Pretty lady the horses are back
Bringing joy and happiness
But all of a sudden the horses are gone
It was only the sound of your heart beat alone


Oh darling, hear my soul and heed my cry
Cause all my crying may flood an ocean in my heart


Oh, life is good,
Oh life is good,
Oh life is good...
As good as a kiss!


Oh my darling, now I cannot halt my cries
My tears have drowned me
And I refuse to realize


What's left around me
It's all so strange, it's all so dark
I'm alone here
To mend the peaces of my heart


Little lady, your tale has an end
For your love to the skies was sent
He's turned into sparks that shine with the stars...


... And by night he will always be there
For his lady to stare
And thus he's never died.

Conto De Fadas

"Jesus, salvador do mundo
Tua família sobreviverá
com seu precioso sangue
com seu precioso sangue
Redimiste"

Moça encantada, que se apoia nas paredes
A vida é curta e a espera é longa
As estrelas, lá longe, esvaem-se com o amanhecer
Moça encantada, que espera no muro

Seu conto acaba de iniciar
Ele vem lá de longe, da Terra de Lugar Nenhum
E o vento sopra um som bem conhecido
Moça encantada, seu amor há muito foi embora

Oh querida, ouça minha alma e cuide do meu choro
Pois todo meu choro pode inundar um rio no meu coração

"Oh, a vida é boa...
Oh, a vida é boa...
Oh, a vida é boa...
Tão boa quanto você desejar!"

Linda moça, os cavalos estão de volta
Trazendo alegria e felicidade
Mas de repente os cavalos se foram
E era apenas o som do seu coração batendo sozinho

Oh querida, ouça minha alma e cuide do meu choro
Porque todo meu choro pode inundar um oceano no meu coração

Oh, a vida é boa..
Oh, a vida é boa..
Oh, a vida é boa...
Tão boa quanto um beijo!

Oh minha querida, agora eu não posso conter meu choro
Minhas lágrimas me afogaram
E me recuso a acreditar

O que resta à minha volta,
É tudo tão estranho, É tudo tão escuro
Estou completamente só aqui
Para juntar os pedaços do meu coração

Pequena dama, seu conto tem um fim
Seu amado para o céu foi mandado
Ele se transformou em faíscas que brilham com as estrelas...

... E à noite ele sempre estará lá
Para que sua dama o veja
E assim ele nunca morreu.

FONTE: http://letras.terra.com.br/shaman/63416/traducao.html

Estava eu um dias desses e me veio à mente uma música muito linda, da banda brasileira Shaman.






Esta bela música bem que poderia ser o tema da saga em si.


E será!


O céu estava todo estrelado, bem movimentado, tendo pontos formando figuras humanoides que dançavam e estrelas cadentes belíssimas. Uma enorme estrela brilhava intensamente, indicando um caminho a seguir, uma direção a ser obedecida. A esfera etérea tinha uma cor azul-prateada, tão bela e majestosa que encantava os olhos brilhantes da criança.
Andando sobre uma grama curta, verde e suave, com os pés descalços, o menino era atraído para a direção daquele brilho. Era apenas ele e a estrela; não havia o campo vasto, a noite tão colorida e brilhante, o vento ameno.
Uma voz o chamava docemente, tão feminina e familiar, tão agradável e meiga. Apesar da tenra idade, o pequeno sabia que tinha um dever a ser cumprido, uma tarefa predestinada a ele.
“Venha, Thiers!”, chamava a voz misteriosa, quase cantando. “Eu o aguardo.”
O menino tinha os olhos azul-prateados assim como a estrela lacrimejados, tomados pela emoção. Algo em seu íntimo o dava uma emoção estranha, uma ausência, uma saudade, uma outra coisa.
Ele parecia ver uma jovem encantadora, cabelos longos, ondulados, pele clara, sorriso sonhador, um olhar esperançoso. Embora tão perto, estava distante, quase inalcançável.
“Você precisa ser forte”, falou a voz, após uma breve pausa. “Tempos turbulentos se aproximam.”
A criança esticou o braço esquerdo, como se fosse tocar a esfera em chamas, mas sentiu algo sair detrás de uma árvore e cercar-lhe o corpo pequeno e frágil. Aguçando a visão, notou uma figura híbrida, tigresa e humana, selvagem e sedutora.
“Ele não a salvará”, disse outra voz, suave e grave na mesma proporção. “É apenas um reles humano que cheira a leite e urina.”
Aquela criatura estranha, que ora deslizava sobre quatro patas, ora sobre duas, causava muito pavor no menino, que soltou um grito, fazendo a coisa gargalhar.
δ
Os gritos apavorados e também assustadores do pequeno Thiers acordaram o pai, que dormia no quarto ao lado do dos gêmeos. Embora fossem frequentes, cada surto do filho não deixava de ser um motivo de acordá-lo de sobressalto, esquecer-se de calçar os chinelos de couro tão bem trabalhado, pegar o pequeno castiçal com duas velas feitas com cera adocicada que ficava sobre o criado-mudo, correr para fora de seu quarto e entrar no outro, encontrando a vítima do pesadelo sentada na cama, choramingando, sob o olhar surpreso e assustado do irmão.
Acalme-se, filho! pediu o pai, aproximando-se da cama e pondo o castiçal de prata sobre o criado-mudo que separava as duas camas. Foi apenas um sonho ruim.
O menino tinha respiração ofegante, o rosto molhado de suor e lágrimas, as pupilas acinzentadas dilatadas, o corpo rijo comum durante os surtos noturnos da maioria das pessoas.
O pai abraçou a criança, afagando os seus cabelos negros e curtos. Falou algumas palavras, conseguindo acalmar aquela alma atormentada por pesadelos constantes. Em seguida olhou para o outro filho, tão semelhante ao caçula na aparência.
Você está bem, Thierry? indagou ele, carinhoso no tom de voz.
O pequeno respondeu afirmativamente com um leve movimento dos olhos, pois não era muito de falar.
O homem permaneceu no quarto até que ambos voltassem a dormir sossegadamente. Por sorte nunca Thiers tinha duas crises numa única noite o que dava um pouco de tranquilidade ao pai.

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